domingo, 11 de junho de 2017

Campos-Lauro de Freitas Dia 02

Saí do muito bom Porto Nápolis Hotel às 7h da manhã depois de um café da manhã excelente no hotel. Logo no retorno a BR-101 parei no posto Shell logo depois do trevo para abastecer. 

O que eu não imaginava era que a vista na saída de Eunápolis era tão bonita e que eu não aproveitaria quase nada dela e nem fotografaria. Explico: Assim que a gente sai de Eunápolis, subimos uma Serra e o visual é lindo. Mas a sequência de curvas perigosas impedem que o motorista aproveite o visual. São cerca de 50km praticamente sem acostamento, com curvas em sequência e caminhões....muitos caminhões.



Ao longo do trajeto são zilhões de quebra-molas e de radares. E, creia, alguns não têm identificação com placas. Antes de chegar a Itabuna, o carro da frente bateu em um quebra-mola. Bateu é o termo mais correto mesmo. Isso porque os quebra-molas na Bahia parecem o Everest. Você se aproxima e tem vontade de pedir a vara da Fabiana Murer emprestada.



Depois que passa de Itabuna, a estrada fica realmente boa. Bem cuidada, com acostamento e sinalização. Embora tenha número maior de quebra-molas que o número de torcedores do Botafogo, é muito gostoso dirigir nessa parte. E é a partir daí que você passa por pequenas cidades ou bairros completamente enfeitados para o São João (cultura em estado puro).





Parei em um posto em uma localidade que não sei o nome (esse é um problema. Raras as vezes tinha o nome da localidade) mas que fica há uns 400km de Eunápolis. Completei o tanque e parti. O resto da viagem foi de muita reta e mais um monte de quebra mola e radar. Cheguei a Lauro de Freitas às 15h50min, 8h50min depois de sair do hotel (Google acertou o tempo de viagem novamente).

Até a próxima viagem.

Tamo junto!

sábado, 10 de junho de 2017

Campos-Lauro de Freitas - Dia 01

Pra início de conversa, planeje sua viagem. Se ão conhece o trajeto, se é a primeira vez que fará essa viagem, planeje. Veja no Google os postos de gasolina, restaurantes, hotéis, borracheiros, etc. Você pode até não precisar durante a viagem. Mas, se precisar, vai agradecer muito ter feito essa pesquisa.

Eu fiz todo o trajeto pelo satélite e fiz uma lista de postos, etc.

A viagem começou em Campos, às 5h da manhã. Ainda escuro, peguei a BR-101 e tudo correu com muita tranquilidade. Estrada boa, embora não duplicada, bem sinalizada e ainda estava vazia. A parte fluminense da viagem correu tranquilamente e de maneira rápida. Imaginei que poderia fazer todo o trajeto em menos tempo que as 11h08min previstas pelo Google.

A parte capixaba da viagem podemos dividir em 3 etapas. A primeira é que a estrada também é relativamente boa, exceto na região metropolitana de Vitória onde há muitos buracos. A segunda é que você vai a falência com tantos pedágios. Você paga para entrar no Estado e pega pra sair. Valores variam de R$ 2,30 a R$ 5,30. A terceira foi um protesto da localidade de João Neiva que parou a BR-101 por mais de uma hora.


Após a liberação da pista, tudo fluiu bem, mesmo com uma chuva fina. Como o carro bebe bem menos que eu, poderia ter ido muito longe sem reabastecer. Mas neurótico que sou, parei em Linhares, em um posto Shell uns 300 metros depois da ponte sobre o sobrevivente da canalhice da Samarco e do judiciário brasileiro, o Rio Doce.



Depois de pagar 2112 pedágios no Espírito Santo, entrei na Bahia e, vou contar uma coisa a vocês, me deu saudade dos pedágios e da estrada boa. A BR-101 na Bahia é um convite a graves acidentes. Mal conservada, cheia de buracos, mato alto nas beiradas e pessimamente sinalizada. Sem contar que é muito sinuosa, com curvas perigosissimas e muita subida e descida. Em dado momento o trânsito ficou em menos de 30km/h por causa do número quase infinito de caminhões subindo a serra.



Embora o Google tivesse previsto 11h08min para o trajeto, fiz em mais de 12h. Para a primeira vez nesse trajeto tá de bom tamanho. Cheguei a Eunápolis tranquilo e fui direto para o Porto Napolis Hotel. Pertinho da BR-101, o hotel é bem confortável, com piscina, sauna, academia, wifi, estacionamento e um restaurante muito bom. Hotem, bom, bonito, e barato. Aproveitei para comer uma carne de sol e beber uma cerveja geladinha. Amanhã tem o segundo dia.


Tamo junto.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Ponto de partida

Sempre gostei de viajar. Quando criança e na primeira metade da adolescência a rota era sempre a mesma. Rio-Campos. 300km que separavam minha vida no Rio com as férias no interior do estado, Com o tempo outras rotas começaram a surgir. Destinos como Macaé, Arraial do Cabo, Nova Friburgo passaram a ser constantes. 



Em 2010 fui morar em Recife e as viagens ficaram mais fodas porque saiu o ônibus e entrou o carro. Dirigir na estrada é muito bom. Traçar as rotas, paradas, descanso, alimentação, banheiro, etc passou a fazer parte do planejamento das viagens. E foi aí que senti muita dificuldade de encontrar informações adequadas sobre alguns roteiros. Mesmo na vastidão que é a Internet, nem sempre encontramos informações sobre os pequenos lugares que ficam entre a origem e o destino.

Assim, um dos propósitos desse Blog é justamente o de informar o que há entre a partida e a chegada, onde podemos realizar atividades como comer, ir ao banheiro, consertar algo no carro (borracheiro, mecânico, etc). Tudo o que eu encontrar de útil na estrada postarei para que as pessoas que fizerem o mesmo trajeto possam se planejar ou se socorrer na hora do aperto.

Não deixarei de falar de pontos turísticos, paisagens encantadoras, etc. Quero aqui passar muita informação para vocês.

Engatando a primeira e partindo para essa longa viagem.

Tamo junto!

Hotel Fazenda Mirage - Amélia Rodrigues - Bahia

A menos de 100km de Salvador, Hotel tem muitas alternativas de lazer Viajar é um dos maiores prazeres da vida. Ainda que seja uma viage...